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Consultoria de engenharia de IA

Arquitetura de IA para sistemas que não podem parar.

Harness corporativo e agentes especializados para modernizar e manter legado, sustentar ERPs e acelerar times de engenharia.

Mesa de trabalho vista de cima, com caderno de diagramas, teclado e café

Quem confiou na Rvffers Technologies.

Uma boutique de IA com raízes em transformação digital.

Começamos em 2020, no meio da pandemia, ajudando empresas a levar suas operações para o digital quando tudo precisou mudar de uma vez. Nos últimos anos, concentramos nossa energia em inteligência artificial. Hoje somos uma consultoria boutique que refina a forma como empresas colocam IA para trabalhar em sistemas reais.

  1. 2020

    Nascemos no meio da pandemia, apoiando empresas na transformação digital.

  2. Nos últimos anos

    Nos fortalecemos em inteligência artificial: arquitetura, agentes e harness corporativo.

  3. Hoje

    Uma boutique especializada: consultoria de refino em IA, com profundidade em vez de volume.

O modelo é commodity. O harness é o diferencial.

Todo mundo tem acesso aos mesmos modelos. O que separa um piloto de um sistema em produção é a engenharia em volta deles.

  • Guardrails e permissões
  • Ferramentas e MCP
  • Dados e RAG
  • Modelos e roteamento
  • Evals e observabilidade em todas as camadas

Arquitetura de IA

Modelos, RAG, roteamento, custo e segurança desenhados como qualquer sistema crítico: com requisitos, trade-offs e métricas.

Harness corporativo

Contexto, ferramentas, permissões, evals e observabilidade padronizados para todos os times usarem agentes com as mesmas regras.

Mãos organizando fichas de papel em colunas sobre uma mesa

Orquestração de agentes

Agentes especializados que planejam, executam e verificam, com humano no circuito onde o risco pede.

Paquímetro e régua sobre uma planta técnica

Seu time está pronto para agentes de código?

Onze perguntas sobre harness, legado e entrega. Em cerca de dois minutos, veja onde agentes ajudam e onde aumentam o risco.

Modernização de legado

Seu legado não precisa de heróis. Precisa de um harness.

Criamos harnesses específicos para cada plataforma legada: agentes que entendem o código antigo, preservam as regras de negócio e conduzem a migração de ponta a ponta.

  1. Mapear

    Agentes leem código-fonte, scripts de execução e estruturas de dados e montam o grafo de dependências e o catálogo de regras de negócio.

  2. Blindar

    Testes de caracterização capturam o comportamento atual antes de qualquer mudança. Nada migra sem prova de equivalência.

  3. Migrar

    Substituição incremental por módulo, com o sistema antigo e o novo rodando lado a lado até o corte final.

  4. Sustentar

    Acompanhamos o pós go-live, treinamos o time e entregamos o harness para a evolução continuar dentro de casa.

Plataformas que atendemos

  • COBOL
  • JCL
  • CICS
  • PL/I
  • Assembler z/OS
  • RPG / IBM i (AS/400)
  • Natural / Adabas
  • Clipper
  • dBase
  • FoxPro
  • Visual FoxPro
  • PowerBuilder
  • Delphi
  • Visual Basic 6
  • Oracle Forms
  • Progress 4GL
  • Informix 4GL
  • Uniface
  • Magic / uniPaaS
  • Gupta SQLWindows
  • DataFlex
  • Clarion
  • GeneXus
  • MUMPS
  • Fortran
  • Access / VBA
  • Lotus Notes
  • Classic ASP

Vibe coding no legado erra em silêncio.

Em jobs batch, a saída errada parece válida e o agente genérico não percebe. Corrigimos e evoluímos seu sistema legado, do mainframe ao desktop, sem migrar, com agentes num harness feito para cada stack.

Terminal de computador antigo ao lado de um notebook moderno
  • Verificação

    Agente genérico ou vibe coding: Declara a tarefa resolvida sem compilar nem rodar. A saída errada passa.

    Harness especializado por stack: Compila cada edição em ambiente isolado, nunca em produção, e compara a saída com o golden master byte a byte.

  • Contexto

    Agente genérico ou vibe coding: Busca com grep, perde vínculos entre programas, includes e scripts de job, e inventa definições plausíveis.

    Harness especializado por stack: Grafo de dependências e catálogo de regras validado pelo seu time, consultados antes de cada edição.

  • Dados

    Agente genérico ou vibe coding: Supõe o layout do registro. O programa compila e o arquivo sai errado.

    Harness especializado por stack: Dicionário de dados com layout, campos compactados e encoding de cada registro. O agente consulta, não adivinha.

  • Escopo da mudança

    Agente genérico ou vibe coding: Reescreve e reformata mais do que a correção pede. Revisar fica caro.

    Harness especializado por stack: Hooks barram reformatação, renomeações e edições fora do escopo declarado. Diff mínimo, pronto para a gestão de mudanças.

  • Acesso à produção

    Agente genérico ou vibe coding: Com permissão de escrita no host, um palpite errado vira incidente.

    Harness especializado por stack: Escrita, submit de job e deploy só com aprovação do seu time e trilha de auditoria.

Agilidade na era da IA começa antes do código.

O código ficou barato. Escolher o que construir, não. O Scrum organiza a entrega, mas com agentes o gargalo vira decidir, revisar e validar. Complementamos o Scrum com Kanban, discovery contínuo e apostas de portfólio.

Mão movendo um post-it num quadro kanban

Como tocamos projetos com agentes.

  1. Kanban com limite de WIP

    Pessoas e agentes no mesmo board, com WIP limitado pela atenção humana na revisão e nos testes. Previsão por cycle time e throughput, não por story points.

  2. Discovery com Opportunity Solution Tree

    O trio de produto fala com clientes toda semana e mapeia oportunidades, soluções e testes de premissas. A IA acelera a síntese, sem substituir o cliente.

  3. Dual-track: discovery e delivery

    Protótipos descartáveis feitos com IA testam valor e usabilidade com usuários reais (build to learn). Só entra no fluxo de entrega o que passou pelo filtro.

  4. Apostas no estilo venture

    Cada iniciativa vira uma aposta com hipótese, verba liberada por etapa e critério de parada. Experimentos mais baratos permitem apostas menores e mais numerosas.

  5. Specs e lotes pequenos

    O agente recebe uma spec com critérios de aceite executáveis, não só uma user story. Lotes pequenos deixam cada PR revisável por humanos.

Como medimos a entrega.

  1. Frequência de deploy

    Quantas vezes o valor chega em produção.

  2. Lead time de mudança

    Do commit ao usuário, sem filas escondidas.

  3. Taxa de falha em mudanças

    Quanto do que sobe precisa ser corrigido.

  4. Tempo de recuperação

    Quanto leva para voltar ao normal após uma falha.

  5. Retrabalho

    Deploys não planejados para consertar o anterior.

Suporte especializado em ERP, com IA ao lado do seu time.

Sustentação, customização e relatórios para as principais famílias de ERP do mercado. Agentes conectados aos seus dados com as mesmas permissões dos usuários.

  • Fechamento e conciliação

    Agentes cruzam razões, apontam divergências e preparam o fechamento para revisão humana.

  • Perguntas em linguagem natural

    Consultas ao ERP via MCP, respeitando o perfil de acesso de quem pergunta.

  • Customização assistida

    SuiteScript, ABAP, X++ e AL escritos com harness próprio, testes e revisão.

  • Sustentação L2 e L3

    Triagem de chamados, diagnóstico de causa raiz e correção com rastreabilidade.

Arquivo com prateleiras de pastas e uma pessoa consultando um livro-razão
  • NetSuite
  • E-Business Suite
  • JD Edwards
  • PeopleSoft
  • Oracle ERP Cloud
Treinamento

Formação completa do time em agentic engineering.

Harness engineering, context engineering, agentic RAG, MCP, orquestração multiagente, evals e AgentOps. O time sai construindo e operando agentes em produção.

  • Time em workshop ao redor de notebooks, com um quadro de diagramas ao fundo
  • Fundamentos de harness

    • Agent loop e ReAct
    • AGENTS.md e CLAUDE.md
    • Skills, hooks e subagentes
    • Harness versus modelo
  • Engenharia de contexto

    • Context rot e compaction
    • Progressive disclosure
    • Prompt caching
    • Memória entre sessões
  • RAG em produção

    • Chunking e embeddings
    • Busca híbrida e reranking
    • GraphRAG
    • Agentic RAG
  • Ferramentas e protocolos

    • MCP: servidores e OAuth
    • A2A entre agentes
    • AG-UI
    • Design de ferramentas
    • Computer use
  • Orquestração multiagente

    • Planner, executor e verificador
    • Topologias e handoffs
    • Workflows determinísticos
    • Paralelismo com verificação
  • Evals

    • Golden datasets
    • LLM-as-judge
    • Evals de trajetória
    • Gates de eval no CI
  • Guardrails e segurança

    • Prompt injection
    • Lethal trifecta
    • Sandbox e permissões
    • OWASP Top 10 para LLMs
  • AgentOps: observabilidade e custo

    • Tracing com OpenTelemetry GenAI
    • Orçamento de tokens
    • Roteamento de modelos
    • AI gateway
  • Customização de modelos

    • Fine-tuning com LoRA e QLoRA
    • SFT, DPO e RFT
    • Destilação
    • Quando não fazer fine-tuning
  • Spec-driven development

    • Spec, plano e tarefas
    • Specs versionadas no repositório
    • Critérios de aceite verificáveis
    • Revisão de PR gerado por agente
    • AI-native SDLC
  • Governança de IA

    • LGPD aplicada a LLMs
    • EU AI Act
    • ISO/IEC 42001
    • Política de uso por time

Spec-Driven Planner.

Transforma requisitos em specs versionadas, planos e tarefas atômicas prontas para agentes de código.

Documento de especificação impresso ao lado de um notebook fechado

Conte o seu cenário.

Quem responde é um arquiteto, não um script de vendas.

Sistemas envolvidos, prazo e o que já foi tentado ajudam muito.

Usamos seus dados só para dar retorno a este pedido. Política de privacidade